A GRAVIDEZ
Podemos dizer que esta fase da história é considerado o melhor período para se ter um filho, pois nas últimas décadas houve um enorme avanço na medicina, resultando em melhores êxitos nas gestações, seja para os recém nascidos seja para as gestantes. Hoje, as mulheres iniciam a gravidez mais saudáveis, recebem um melhor e mais completo acompanhamento obstétrico, e participam mais ativamente (junto com seus maridos) de toda a gravidez. E o acesso a informações genéricas sobre todo o desenrolar da gravidez (da concepção ao parto) prepara melhor a mulher, física e emocionalmente, para que ela saiba o que está acontecendo com seu bebê, com seu corpo, com suas emoções. O primeiro trimestre é o mais crítico de toda gravidez. Nessa fase, acontece a maioria dos abortos espontâneos e ameaças de aborto.
Um aborto espontâneo é o termo médico para o término acidental de uma gravidez antes da vigésima semana de gravidez.A maioria dos abortos espontâneos, entretanto, ocorre dentro das primeiras 14 semanas de gravidez. No decorrer da gestação, a morte do feto ocorre devido à doenças maternas, vida irregular da mãe, tabagismo, insuficiência da placenta e por infecções, como a toxoplasmose. Anemia, diabetes sem controle e pressão alta, por exemplo, também são fatores de risco para a gravidez. Para prevenir essas fatalidades, o principal cuidado é o pré-natal. Ele deve ser feito desde o dia em que a mulher descobre que está grávida e qualquer diferença notada pela gestante deve ser informada ao seu médico. “É preciso contar tudo para o ginecologista, cólica, perda de sangue, se a criança não se mexer”, diz Nadie.
Nos primeiros meses de gestação, toda atenção é necessária, inclusive em relação à alimentação. Deve-se reduzir o consumo de café e chás, pois a cafeína aumenta o risco da bebê nascer com baixo peso. Evitar cigarro, bebidas alcoólicas, ingerir carne crua ou mal cozida e também não fazer exames de raio-x, ter contato com produtos químicos e se auto-medicar, de maneira alguma.
Outro cuidado importante diz respeito aos animais domésticos. As fezes dos bichinhos (em especial os gatos) pode se transformar um risco para a gestante devido a infecção por toxoplasmose.
Superados os transtornos e a perda emocional, é possível engravidar novamente após a perda de um bebê. Os médicos normalmente recomendam esperar até que tenha passado pelo menos uma menstruação antes de tentar engravidar novamente, “Tudo depende da causa. Se foi doença da mãe, ela deve se tratar primeiro”, explica a médica.
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